Saturday, September 29, 2007

AHMADINEJAD NA AMÉRICA

Só na América! Ainda temos muito o que aprender com estes caras. Só naquele país é autorizada a entrada do seu arquiinimigo. Só na América deixam Armadinejad entrar, passear, dar palestra numa das maiores universidades do país, e ainda deixá-lo falar mal do seu país! Gostaria de ver se um presidente aliado poderia fazer algo remotamente parecido num destes países islã-malucos. Que isto sirva de lição para todos. Que demonstre, apesar de todos os defeitos da política externa americana, o incomparável respeito do Tio Sam pela liberdade de expressão e seu total compromisso com a liberdade.

No seu discurso na Columbia University, o presidente descentrado do Irã ainda tem a coragem (ou seria ingenuidade...ou cara de pau mesmo?) de dizer que no Irã não existem gays. Acho que a política preferida dos islãmoluscos é o famoso "me engana que eu gosto". Fingem que não existe miséria e péssima distribuição de renda nos países deles. Fingem que as mulheres estão contentíssimas com sua posição submissa. E fingem que seu deus é maravilhoso e encoraja ataques terroristas que matam milhares de inocentes.


Volta pra sua jaula, Ahmadinejad!

Sunday, September 23, 2007

PAVAROTTI E DEUS

Se existe um deus neste universo, e se ele é justo e bom como todos desejamos, acho que ele chorou de emoção toda vez que seu filho Pavarotti cantou Ave Maria como neste vídeo. Mesmo quem não é católico, e lembro a todos que sou quasi-ateu, tem que reconhecer a impressionante performance deste monstro da musica lírica que perdemos tristemente estes tempos. Voz límpida, emoção contagiante, reverência, potência e delicadeza.

Esta semana também vi o filme United 93, retratando como foram os últimos momentos daqueles que por lastimável coincidência da vida, estavam a bordo deste vôo macabro. Mais uma vez fiquei revoltado com a covardia de terroristas fanáticos, com a irracionalidade de sua fé pueril, e com as atitudes primitivas dos seguidores desta ideologia bárbara. Os acéfalos homens-bomba realmente acham que estão fazendo um favor para deus quando se chocam contra milhares de inocentes trabalhadores nas torres de Nova York, ou quando carregam centenas de inocentes em sua cruzada idiótica na tentativa de se explodir contra a Casa Branca.

Idiotas! Se deus existe, estas atitudes apenas o desgraçam. Se Ele existe, chora de raiva e tristeza quando vê um bando de ignorantes cometendo atrocidades em Seu nome. Se Ele existe, estas atitudes deixam uma enorme mancha negra no Seu nome! Desta propaganda ridiculamente injusta e sangrenta, DEUS NÃO PRECISA.

Enquanto eles se jogam inutilmente contra inocentes, Pavarotti canta Ave Maria, emocionando milhares e exaltando o nome de Deus. Tenho certeza que SE existe um deus, o grande cantor ganhou milhares de "virgens" no paraíso, enquanto estes desumanos queimam no quinto dos infernos.

Canta Pavarotti...canta!

Friday, September 14, 2007

O VERDADEIRO PATRÃO

As pessoas têm uma idéia equivocada que o patrão é o nível hierárquico mais alto ao qual temos que nos reportar. Mas a verdade é que, mesmo este, tem um outro "patrão" ao qual tem que se subordinar: o Mercado.

Normalmente as pessoas têm uma visão coitadista, na qual os funcionários de uma empresa são os pobres "explorados", enquanto os donos, ou patrão, são os capetas encarnados, arrancando a pele de seus súditos. Mas, no fundo, todos temos súditos e patrões. É uma eterna cadeia com níveis abaixo e acima de onde estamos.
É comum as pessoas, por exemplo, falarem que o McDonald's (obviamente tinha que ser uma empresa americana para ter mais graça) explora seus funcionários, enquanto o dono, que na verdade são acionistas diversos, apenas contam o lucro. Eles esquecem que a empresa é escrava do mercado e é totalmente subordinada ao seu verdadeiro patrão, os compradores. No momento que quiserem, as pessoas podem deixar de comer o Big Mac e levar a empresa à falência; mas a verdade é que o patrão "exige" do McDonald's estes maravilhosos sanduíches do capeta. São bons pra cacete! Aliás, o lucro nada mais é que o resultado financeiro pela competência de atender aos desejos do patrão.

Isso segue em qualquer ramo. Quem fabrica carros é escravo do mercado, o patrão. E este patrão está cada vez mais exigente com seus funcionários, cada vez mais "explorando" as empresas. Hoje o mercado quer carros bons, com ar, vidros elétricos, alarmes, econômicos, que dêem pouca manutenção. Nós, o mercado, como "patrões" estamos nos aprimorando e exigindo cada vez mais dos nossos serviçais. Foi-se o tempo de Henry Ford que fazia apenas carros pretos, e o mercado que se danasse. Hoje queremos opções de cores, garantias, financiamento sem comprovação de renda, 24 meses para pagar, sem entrada, dinheiro de volta, bons serviços, etc.


Pensem bem nisso. Não existe esta besteira comunistinha recalcada que existem exploradores e explorados. Somos todos parte deste círculo sem fim onde temos subordinados e patrões.