Tuesday, November 06, 2007

OSESP: DINHEIRO NO RALO

Agora eu sei porque os governantes precisam tanto da manutenção da CPMF, entre outros impostos absurdos! Descobri, que é com nosso suado dinheiro (impostos) que mantemos o salário maravilhoso de R$ 100.000,00 (isso mesmo...cem mil reais!) por mês para o maestro da orquestra sinfônica de São Paulo, a OSESP. O sortudo John Neschling (foto abaixo) vive com conforto à base do imposto absurdo pago pelo contribuinte brasileiro. Aqui vai minha pergunta: é JUSTO e COMPATÍVEL com a realidade brasileira um salário para um cargo tão insignificante como estes? Digo insignificante me referindo ao orçamento da união e política de gastos públicos, pois nunca questionaria a beleza da musica clássica. Mas por que ele ganha fortunas e um sanfoneiro de forró ganha misérias? Por que a arte dele é superior ao de outras pessoas? Quem julga isso? Os amigos dele do governo? E por que gastar 18 milhões por ano com uma orquestra sinfônica quando este dinheiro poderia estar indo para hospitais e escolas. Prioridade, gente...prioridade! Pelo amor de deus!!! Se a música é boa, ela sobreviverá dos ingressos vendidos. Se musica clássica não tem público, então que não seja o meu dinheiro que a mantenha.

São violinistas e tocadores de fagote andando de carro importado, enquanto médicos deixam de trabalhar por atraso de salários ínfimos. E nem vamos entrar na questão recém exposta de dirigentes de sindicatos usando o dinheiro da contribuição sindical para comprar casas em Campos do Jordão e instalar DVDs nos bancos traseiros de seus carros. BASTA! BASTA! Se pagar imposto significa dinheiro no ralo, orgia de dirigentes, dinheiro pessimamente empregado, e estupidez política...BASTA!

Governo...você está despedido! De novo!

1 comments:

violinista said...

Meu amigo. É justamente por causa de mentalidade retrógrada de brasileiros como vossa senhoria, que o Brasil tem ficado sempre na retaguarda da evolução. Basta exemplificar com o seguinte: O Brasil sendo um dos maiores paises do mundo tem como o mais alto edifício, um de pouco mais de quarenta andares. No extremo oriente tem vários com mais de cem andares. Até mesmo no médio oriente está sendo construido um com muito mais de cem andares. Será o maior do mundo. Enquanto que no Brasil por causa de uns babacas que impediram, deixou se de construir em São Paulo, um edifício bem mais alto que esse de quarenta e pouco andares. Parece que que é interessante para alguns ridículos que o nosso país seja apenas país do futebolzinho e carnavalzinho. O Brasil sempre teve orquestras sinfônicas fracotes e medíocres, enquanto o resto do mundo se orgulhavam de suas grandes orquestras. Hoje temos uma orquestra como a OSESP, de extrema qualidade, que por sinal nos tem representado com muita qualidade lá fora. Orquestra sinfônica para vossa senhoria que não deve saber, é conciderada como sendo a instuição artística de mais alto nível que existe no mundo. Os povos evoluídos lá fora se derramam de orgulho de suas sinfônicas e filarmônicas (musicalmente a mesma coisa que sinfônica) como sendo a expressão máxima da capacidade musical e artística de seus povos. Vossa Senhoria não deve saber, mas a formação de um fagotista ou violinista, por exemplo, é incomparávelmente mais complexa do que a formação de um médico. Se duvidas procure se informar à respeito. Nem emsmo a formação do ITA é tão complexa quanto a formação técnica de um músico clássico. E isto é sabido no mundo inteiro. Para se capacitar à ponto de se integrar a uma orquestra do nível da OSESP, além de extremo talento musical, tem que se dedicar ao instrumento de forma desesperada. Se forma médico com seis anos de faculdade, porém não se forma músico profissional com qualidade sinfônica em dez, salvo em casos especiais de genialidade.
E isto se além de muito talento se arrebentar de estudar. Ou pagam um salário atrante para esses músicos ou eles vão para fora tocar em outras arquestras que pagam muito bem. E aí o Brasil continuará na retaguarda da evolução cultural artística, se conformando com orquestrinha de amadores. È verdade que o Brasil precisa de resolver muitos problemas. Mas isto não significa que o governo tenha que abandonar alguma área social, até porque investimento na área cultural é prioridade em todos os países que se tornaram grandes potências. O Brasil precisa saber que arte musical, por exemplo, não é pegar umas latas e tambor e ficar batendo, como ocorre em instituições na Bahia. O Brasil precisa saber que arte de fato, vaui muito além disso

arfrare@ibest.com.br